Muerte contra el apocalipsis en Manuel de Freitas
DOI:
https://doi.org/10.37508/rcl.2026.n55a1407Palabras clave:
Manuel de Freitas, Muerte, Sociedad del espectáculo, Biopolítica, Poesía portuguesa contemporáneaResumen
Este artículo analiza la poesía de Manuel de Freitas como una reflexión crítica de la sociedad contemporánea, marcada por el vaciamiento de sentido y la mercantilización del lenguaje. Su obra explora un futuro no redentor, sino apocalíptico, que suspende la existencia entre la vida y la supervivencia. El lenguaje poético de Freitas se debate entre la comunicación y su agotamiento, resistiendo la lógica del capitalismo neoliberal. En colaboración con Guy Debord y Pelbart, el texto aborda cómo la vida desnuda y la mera supervivencia se representan en la poesía, en contraste con la espectacularización. La violencia y la muerte en Freitas emergen como antídotos a la precariedad de la vida contemporánea, mientras que su escritura, aunque escéptica, persiste como un gesto de resistencia. La poesía de Freitas, al valorar lo infinitesimal y lo efímero, confronta la sociedad del espectáculo, reafirmando la finitud como condición humana y una posibilidad de comunidad.
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