Notícias

CHAMADA CONVERGÊNCIA LUSÍADA nº 47

CRIME E CRIMINOSOS NAS LITERATURAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

Organizadoras:

Carla Portilho (UFF)

Andreia Castro (UERJ- PPLB)

 

No Oitocentos, os acontecimentos delituosos receberam grande divulgação e a atenção de um público cada vez mais ávido pela notícia. Criminosos alcançaram um inusitado protagonismo na imprensa, na literatura e nos estudos científicos, consequência da forma obsessiva com que a sociedade encarava a crescente criminalidade. Mais importante do que o receio do crime, era o interesse que ele despertava, e quase ninguém escapava a esse fascínio. O folhetim desempenhou um papel importante na construção e na divulgação desse imaginário, ao oferecer a quase todo mundo porções seriadas de textos que abordavam com sensacionalismo a miséria, a loucura, a violência e os crimes mais sangrentos. Fórmula criada, sucesso garantido. De fato, a escrita sobre o assunto escapou das prisões do tempo e do espaço sendo ainda hoje garantia de êxito. Criando, imitando, citando, copiando ou parodiando, muitos prosadores e poetas também se apropriaram do estilo, do tema e do texto alheio formando um imenso hall de “escritores criminosos”. Convidamos pesquisadoras e pesquisadores a apresentarem artigos que analisem o mistério, a investigação e/ou o crime como tema ou como estratégia intertextual, considerando obras de escritores lusófonos ou o diálogo com elas.

 

Prazo para submissão: até 30/11/2021

Previsão de publicação: até junho de 2022

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O ALMANAQUE: DOS PERIÓDICOS OITOCENTISTAS AO FACEBOOK

Organizadoras:
Vania Chaves (UL - CLEPUL)
Gilda Santos (UFRJ - RGPL)

Prazo para submissão: até 30/06/2021
Previsão de publicação: até dezembro 2021

Ementa:
O dossiê deste número da Revista Convergência Lusíada focalizará o almanaque – gênero textual e editorial que, embora de tradição anterior, alcançou enorme público com o aparecimento da imprensa e, no século XIX, veio a tornar-se verdadeiro fenômeno editorial. Em paralelo com o apetite dos seus leitores, cresceu em número, em espécies e em tiragens, produzindo aquilo a que se chamou de forma depreciativa a «cultura de almanaque»: informação sintética em vários campos, jogos e divertimentos, matérias literárias e mesmo questões políticas. Hoje, este “produto cultural” em suas variadas facetas continua a ser publicado por toda a parte, com tiragens que ultrapassam frequentemente as de livros e jornais, assumindo formas variadas e atingindo público diversificado – o que não pode ser ignorado pelos estudos literários e pela história da cultura. Em especial, suas semelhanças com a produção textual exibida na Internet já exigem estudos profundos. Ass
im, acolheremos artigos que abordem diferentes aspectos desse tipo de publicação, circulante no Brasil, em Portugal e outros espaços lusófonos, sob perspectiva singular ou comparatista, em arco temporal que compreende os séculos XIX, XX e XXI. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CHAMAAD  CONVERGÊNCA LUSÍADA nº. 46

O ALMANAQUE: DOS PERIÓDICOS OITOCENTISTAS AO FACEBOOK


Prazo para submissão dos artigos: até 30 de junho de 2021
Previsão de publicação: dezembro 2021

Organizadoras:
Vania Chaves (UL - CLEPUL)
Gilda Santos (UFRJ - RGPL)

O dossiê deste número da Revista Convergência Lusíada focalizará o almanaque – gênero textual e editorial que, embora de tradição anterior, alcançou enorme público com o aparecimento da imprensa e, no século XIX, veio a tornar-se verdadeiro fenômeno editorial. Em paralelo com o apetite dos seus leitores, cresceu em número, em espécies e em tiragens, produzindo aquilo a que se chamou de forma depreciativa a «cultura de almanaque»: informação sintética em vários campos, jogos e divertimentos, matérias literárias e mesmo questões políticas. Hoje, este “produto cultural” em suas variadas facetas continua a ser publicado por toda a parte, com tiragens que ultrapassam frequentemente as de livros e jornais, assumindo formas variadas e atingindo público diversificado – o que não pode ser ignorado pelos estudos literários e pela história da cultura. Em especial, suas semelhanças com a produção textual exibida na Internet já exigem estudos profundos. Assim, acolheremos artigos que abordem diferentes aspectos desse tipo de publicação, circulante no Brasil, em Portugal e outros espaços lusófonos, sob perspectiva singular ou comparatista, em arco temporal que compreende os séculos XIX, XX e XXI. 

 

  • CHAMADA CONVERGÊNCIA LUSÍADA nº 47

    2021-08-04

    CHAMADA CONVERGÊNCIA LUSÍADA nº 47

    CRIME E CRIMINOSOS NAS LITERATURAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

    Organizadoras:

    Carla Portilho (UFF)

    Andreia Castro (UERJ- PPLB)

     

    No Oitocentos, os acontecimentos delituosos receberam grande divulgação e a atenção de um público cada vez mais ávido pela notícia. Criminosos alcançaram um inusitado protagonismo na imprensa, na literatura e nos estudos científicos, consequência da forma obsessiva com que a sociedade encarava a crescente criminalidade. Mais importante do que o receio do crime, era o interesse que ele despertava, e quase ninguém escapava a esse fascínio. O folhetim desempenhou um papel importante na construção e na divulgação desse imaginário, ao oferecer a quase todo mundo porções seriadas de textos que abordavam com sensacionalismo a miséria, a loucura, a violência e os crimes mais sangrentos. Fórmula criada, sucesso garantido. De fato, a escrita sobre o assunto escapou das prisões do tempo e do espaço sendo ainda hoje garantia de êxito. Criando, imitando, citando, copiando ou parodiando, muitos prosadores e poetas também se apropriaram do estilo, do tema e do texto alheio formando um imenso hall de “escritores criminosos”. Convidamos pesquisadoras e pesquisadores a apresentarem artigos que analisem o mistério, a investigação e/ou o crime como tema ou como estratégia intertextual, considerando obras de escritores lusófonos ou o diálogo com elas.

     

    Prazo para submissão: até 30/11/2021

    Previsão de publicação: até junho de 2022

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    CHAMADA CONVERGÊNCIA LUSÍADA nº 47

    CRIME E CRIMINOSOS NAS LITERATURAS DE LÍNGUA PORTUGUESA

    Organizadoras:

    Carla Portilho (UFF)

    Andreia Castro (UERJ- PPLB)

     

    No Oitocentos, os acontecimentos delituosos receberam grande divulgação e a atenção de um público cada vez mais ávido pela notícia. Criminosos alcançaram um inusitado protagonismo na imprensa, na literatura e nos estudos científicos, consequência da forma obsessiva com que a sociedade encarava a crescente criminalidade. Mais importante do que o receio do crime, era o interesse que ele despertava, e quase ninguém escapava a esse fascínio. O folhetim desempenhou um papel importante na construção e na divulgação desse imaginário, ao oferecer a quase todo mundo porções seriadas de textos que abordavam com sensacionalismo a miséria, a loucura, a violência e os crimes mais sangrentos. Fórmula criada, sucesso garantido. De fato, a escrita sobre o assunto escapou das prisões do tempo e do espaço sendo ainda hoje garantia de êxito. Criando, imitando, citando, copiando ou parodiando, muitos prosadores e poetas também se apropriaram do estilo, do tema e do texto alheio formando um imenso hall de “escritores criminosos”. Convidamos pesquisadoras e pesquisadores a apresentarem artigos que analisem o mistério, a investigação e/ou o crime como tema ou como estratégia intertextual, considerando obras de escritores lusófonos ou o diálogo com elas.

     

    Prazo para submissão: até 30/11/2021

    Previsão de publicação: até junho de 2022

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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