Une clarté lumineuse au milieu de « la plus profonde cruauté sur terre »

Auteurs

DOI :

https://doi.org/10.37508/rcl.2026.n56a1439

Mots-clés :

critique de livre, Recurso e pobreza, Tatiana Faia

Résumé

livre analysé :

FAIA, Tatiana. Recurso e pobreza. Lisboa: não (edições), 2025.

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Biographie de l'auteur

Ana Marques Gastão, Fundação Calouste Gulbenkian

É poeta, ficcionista, ensaísta, e coordena, desde 2009, a revista Colóquio da Fundação Gulbenkian. Escreveu Tempo de morrer, tempo para viver (1998); Terra sem mãe (2000); Três vezes Deus, em co-autoria com António Rego Chaves e Armando Silva Carvalho (2001); Nocturnos (2002); Nós/Nudos 25 poemas sobre obras de Paula Rego (Prémio Pen Clube, 2004; Noeuds, 2007); Lápis mínimo (2008); Adornos (2011); L de Lisboa (2015); O olho e a mão, com Sérgio Nazar David (2018); e Oníricas (2023). A mulher sem pálpebras (2021) recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores-Literatura para a Melhor Ficção Narrativa. É autora da antologia A definição da noite (2003), de As palavras fracturadas (ensaios, 2013) e de Ana Hatherly Plurinímica e outros ensaios (2023). Organizou o livro de entrevistas O falar dos poetas (2011) e editou o volume de ensaios póstumo de Ana Hatherly: Esperança e desejo – aspectos do pensamento utópico Barroco (2016), bem como Tisanas (1º e 2ª edições e posfácio, 2024/2025). É consultora da cátedra Ana Hatherly da Universidade da Califórnia, Berkeley.

Références

FAIA, Tatiana. Adriano. Lisboa: não (edições), 2022.

FAIA, Tatiana. Recurso e pobreza. Lisboa: não (edições), 2025.

HEIDEGGER, Martin Die armut. Heidegger-Studies, v. 10. Berlim: Duncker & Humblot: 1994; La Pobreza. Presentación de Philippe Lacoue-Labarthe, Buenos Aires, Madrid: Amorrotu Editores, 2006; Phainomenon. A Pobreza. Lisboa. v. 24, ed. Irene Borges-Duarte, 2012, p. 227-234. DOI: https://doi.org/10.2478/phainomenon-2012-0013

YOURCENAR, Marguerite. Présentation critique de Constantin Cavafy, 1863-1933, suivie d’une traduction des poèmes par Marguerite Yourcenar et Constantin Dimaras. Paris: Gallimard, 1978.

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Publiée

2026-07-05

Comment citer

Marques Gastão, A. (2026). Une clarté lumineuse au milieu de « la plus profonde cruauté sur terre ». Convergência Lusíada, 37(56), 243–251. https://doi.org/10.37508/rcl.2026.n56a1439