Le mouvement ouvrier dans les chroniques d'Eça de Queiroz : contradictions d'un « socialiste sentimental »

Auteurs

  • João Roberto Maia Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV) / Fiocruz

DOI :

https://doi.org/10.37508/rcl.2026.n55a1403

Mots-clés :

Eça de Queiroz, Chroniques, Classe ouvrière

Résumé

Cette analyse des chroniques d'Eça de Queiroz aborde les questions liées au mouvement ouvrier en Europe et aux États-Unis. L'essai vise à mettre en lumière les contradictions et les impasses d'Eça, « socialiste sentimental », concernant la lutte des classes.

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Biographie de l'auteur

João Roberto Maia, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV) / Fiocruz

É professor e pesquisador da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Doutor em Letras Vernáculas (Literatura Portuguesa) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Autor de O trabalho e “a velha ousadia da pa-lavra”: de Eça a Saramago, trabalhadores na literatura portuguesa (Novas Edições Acadêmicas); coautor de Em parceria: estudos de literatura, crítica e sociedade (Azougue Editorial); e organizador de Pensar a loucura: trilhas literárias, culturais, históricas (Editora Fiocruz).

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Publiée

2026-01-11

Comment citer

Maia, J. R. (2026). Le mouvement ouvrier dans les chroniques d’Eça de Queiroz : contradictions d’un « socialiste sentimental ». Convergência Lusíada, 37(55), 66–92. https://doi.org/10.37508/rcl.2026.n55a1403